segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os portugueses pelo mundo


A gravidade da situação que envolve os portugueses na Venezuela, as hipóteses de retorno da população qualificada que tem saído de Portugal nos últimos anos, a sustentabilidade da confiança que as remessas de emigrantes hoje traduzem - tudo isso são apenas alguns dos fatores que nos levam a refletir sobre a diáspora portuguesa no mundo. 

Para além das respostas conjunturais, no quadro de uma política de apoio aos portugueses expatriados, que tem vindo a ser construída por sucessivos governos, interessa pensar, a longo prazo, qual será a melhor estratégia externa para um país que tem parte importante da sua população no exterior.

É isso que vamos fazer amanhã, terça-feira, dia 20 de junho, às 18 horas, na Universidade Autónoma, na rua de Santa Marta, 56, em Lisboa. Será nosso convidado José Luis Carneiro, o atual Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Esta conferência é a penúltima do ciclo "Os interesses de Portugal no mundo" onde já ouvimos, nomeadamente, António Vitorino, António Monteiro e Luis Amado.

Estão todos convidados.

2 comentários:

patricio branco disse...

basta estarem bem estabelecidos que só uns poucos voltarão, o meu país é aquele que me acolheu e me deu trabalho e me garante a segurança social e a possibilidade de comprar uma casita e o que ao fim de 2 ou 3 anos me permitiu ir de férias onde nunca tinha pensado, à republica dominicana, e de comprar um carro primeiro de 2da mão, e depois um novo, e que mais sei lá.
creio que é daquelas coisas que começaram há muito e não se prevê quando acabarão, emigrar, desde os açorianos para os eua há 200 anos, pesca da baleia, até aos que correm hoje para Inglaterra, Espanha, Suíça, uns menos habilitados, trabalho para as mãos e os braços, ou trabalho a outro nível, hospitais, engenheiros, enfermeiras, economistas.
outros quiseram ir para angola há uns 15 ou 20 anos mas infelizmente as coisas começaram a piorar por lá.
mas a emigração é um fenómeno internacional, irlandeses, italianos, russos, ucranianos, romenos, marroquinos, argelinos, chineses, polacos, hindus, gregos, pois vamos por aí adiante.
no Qatar há portugueses, ficaram preocupados com o isolamento, não há-de ser nada, não há de ser nada.

Anónimo disse...

O chefe de gabinete é aquele rapaz que vem do outro gabinete laranja daquele secretário de estado Mario David que andava a defender Kristalina Georgieva em vez de Guterres para as NU. O PS nas Necessidades continua e continuará a andar às escuras...